Para controlar a velocidade dos veÃculos nas rodovias e vias públicas dentro dos municÃpios, as autoridades utilizam-se de radares que podem ser basicamente de dois tipos.
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O mais utilizado tanto em rodovias como em nossas ruas e avenidas é o Radar Fixo, que opera de forma automática e sem intervenção humana. O monitoramento funciona 24 horas por dia.
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Ele é composto de três sensores por faixas de trânsito, que formam um campo magnético, uma câmera por faixa de trânsito e um equipamento medidor.
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Quando o veÃculo passa pelo primeiro sensor, o campo magnético é interrompido até que o automóvel passe pelo segundo sensor. Neste momento, o sistema calcula a velocidade de acordo com esse tempo de interrupção.
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Se a velocidade do automóvel for superior à permitida naquele perÃmetro, uma imagem é capturada pela câmera e armazenada no computador, servindo como prova da inflação.
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Durante a noite, os radares funcionam normalmente com um sistema de infravermelho que permite visualizar os veÃculos mesmo com pouca visibilidade.
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O radar móvel também determina o tempo entre dois sensores para calcular a velocidade do veÃculo. Os sensores destes equipamentos detectam a passagem do metal (rodas) numa caixa que fica ao lado da câmera de fotografia.
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O equipamento trabalha com dois sensores ótico-reflexivos, que emitem um feixe de laser voltado para a pista, rua ou avenida. Quando o carro passa, a luz volta para o equipamento que determina a sua velocidade.
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Os radares móveis não conseguem registrar a imagem de mais de um veÃculo num mesmo ângulo de fiscalização no momento do disparo.


